Dado o fim do primeiro status de report, a equipe passou por um processo de 6 semanas, onde foi adquirido e desenvolvido o escopo do projeto, a partir disso é importante destacar como foi organizado tal processo, no objetivo de dar um entendimento maior dessa. Com o término do kick off, verificou-se os achados durante esta etapa (problemática refinada), construindo a partir desse, uma estrutura e planejamento das ações a serem tomadas pela equipe na etapa. De início, foram delimitadas duas etapas de pesquisa com motoristas de carro para entender melhor suas necessidades e preferências, sendo a primeira um questionário quantitativo, dando a equipe dados iniciais acerca da interação motorista-carro, além de também fornecer auxílio para formular o roteiro de diálogo com os perfis selecionados para serem entrevistados. Seguindo para a segunda etapa, ocorrendo nessa um total de 5 entrevistas, executada em duplas de integrantes da equipe, onde um indivíduo ficou responsável por realizar a entrevista, enquanto o outro anotava e gravava por áudio o que era dito. Cada uma das entrevistas efetuada, foram transcritas em documentos, onde a partir desses e das respostas encontradas no questionário elaborado, foram realizadas análises, que deram ao grupo uma percepção mais aprofundada da experiência que os motoristas têm internamente e externamente ao utilizar seu automóvel, destas experiência foram destacados os principais setores tecnológicos de relevância de um carro para o motorista no seu uso diário, sendo esses entretenimento, conectividade, segurança e interação celular-carro, dando-se mais ênfase no setor de segurança, onde, em questão da expressiva criminalidade, os motoristas se vem mais aptos em pagar por tais serviços, definindo-se essa como a área a ser seguida pela equipe.
Estabelecido o escopo do projeto, o grupo executou uma fase de pesquisa literária e artefatos, para delinear a hipótese do projeto. No fim deste foram dispostas três possíveis caminhos a serem seguidos pela equipe, sendo o primeiro a aplicação de uma geofencing, que realiza um mapeamento do trajeto de uma pessoa, criando uma cerca ao redor dela, onde ao sair dessa, será comunicado a uma central de segurança, que enviará um comunicado ao usuário, o qual terá duas opções de senha, uma caso esteja e outra caso esteja em perigo, ao digitar a senha de perigo, a central comunicará para a polícia, outro caminho detectado se dá por um input, que através de uma ação pré-definida (ex. Três freadas bruscas), que envia um sinal para uma central de segurança, a qual comunicará a polícia, terceiro e último possível curso avistado, é o botão de pânico, que escondido em um local estratégico no carro, ao perigo do motorista, o mesmo irá pressionar o botão, que igualmente ao input do carro, comunicará uma central de segurança, essa qual acionará a polícia.